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Atualizado: 14 de jan. de 2022

Os Órgãos Sociais são um dos principais elementos de representação de uma instituição. Assumem um papel fundamental na administração do património, através da coordenação de atividades, contratos de serviços, da representação da instituição em momentos solenes. No fundo, gerem toda a envolvência da instituição. A divisão que conhecemos atualmente dos nossos Órgãos Sociais da Banda de Música que é composta pela mesa da assembleia (Presidente, Vice-Presidente, 1º e 2º Secretário e, conselho fiscal (Presidente, Vice-Presidente e Secretário Relator) e Direção (Presidente, Vice-Presidente, Tesoureiro, 1º e 2º secretário, 1º e 2º vogal), só foi aprovada apenas em 1974, aquando da aprovação dos Estatutos. Segundo o documento anteriormente mencionado, a Banda passou a eleger de dois em dois anos os seus elementos representativos, que passaram a desempenhar um papel importante na contratação de serviços, e outros momentos de relevo, como cerimónias públicas. Porém, e segundo os Estatutos o regente, conhecido hoje em dia como maestro, continua a desempenhar um papel importante na organização de todo o serviço (Lopes, 2010, p.58).


Como era a direção da Banda de Música de Arrifana antes de 1974


Anterior a 1974, e durante uma grande parte da vida da nossa instituição, quem assumia as funções dos Órgãos Sociais, era o Regente (outras das suas designações era mestre ou chefe), funcionando como uma espécie de Órgão Social único, que concentrava na sua pessoa praticamente todos os poderes, quase como um Rei absoluto, que reclamava para si todos os poderes, legislativo, judicial e executivo, só que aqui havia uma maior liberdade de resolução dos problemas e situações que pudessem aparecer. Assim sendo, o Regente para além de coordenar a formação, de selecionar e dirigir o corpo artístico, competia-lhe ainda as funções da contratação das festas e de toda a gestão administrativa. Era, em suma, o rosto visível da instituição (Lopes, 2010, p.57).


Devido a esta situação, a identificação da Banda, era muitas vezes confundida com o próprio nome do Regente. Em algumas situações a entrada de um novo Regente chegou mesmo a ser anunciada na imprensa regional, para além da habitual notícia que era da responsabilidade das Redações dos jornais, o que demonstra bem a importância do cargo. «Segundo elementos disponíveis, apenas em 1940 surgiu uma Direção eleita, formada pelo regente, como Delegado da Banda, e por arrifanenses, não executantes, disponíveis para ajudar a agremiação no desenvolvimento do seu projeto cultural, o que cumpriram com grande dedicação, durante bons anos» (Lopes, 2010, p.58).


A eleição dos nossos Órgãos Sociais e de uma outra instituição, é por isso, muito importante, são eles que representam a instituição em vários momentos, e coordenam juntamente com o maestro uma série de atividades, contração de serviços, músicos, sendo factos relevantes para o crescimento da nossa instituição.


Contaremos mais histórias no futuro acerca da Banda. Fiquem atentos.


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Atualizado: 14 de jan. de 2022

A Banda de Música de Arrifana torna público e convida todos os seus associados a estarem presentes na assembleia geral, no próximo dia 15 de maio de 2021, pelas 09h30 no Salão Paroquial de Arrifana. Esta é uma assembleia muito importante. Será a eleição dos Órgãos Sociais para o próximo biénio 2021-2023. Pede-se assim a comparência de todos os associados. As listas terão que ser apresentadas e entregues até dia 14 de Maio, às 23:59h. Muito obrigado!

Atenciosamente, Banda de Musica de Arrifana




 
 
 

A organização da Banda de Música de Arrifana tal como a conhecemos hoje foi instituída apenas em 1974, com aprovação dos seus Estatutos, que prevalecem até aos dias de hoje. No começo a Banda regia-se por determinadas regras delegadas pelo regente e maestro da Banda. Com a sua evolução, e o seu longo percurso na história da música, os representantes da Banda, sentiram a necessidade de elaborarem os estatutos que iriam definir o percurso da Banda, nomeadamente a criação dos órgãos sociais, que seriam os seus futuros representantes, em ações oficiais da Banda. E, foi precisamente em 1974 que a Banda conseguiu a sua primeira aprovação e entrada em vigor dos seus Estatutos, por alvará do Governador Civil de Aveiro a 17 de abril (Lopes, 2010, p.57).


No ano seguinte, a 25 de janeiro de 1975 na Secretaria Notarial da Feira foi aprovada a constituição da “Associação Musical, Cultural e Recreativa”, outorgada por Sr. Roberto Nunes de Azevedo, regente da Banda na época, Sr. Anacleto Lima de Azevedo, Sr. Manuel Ferreira Lino e Sr. Jaime Rodrigues. Este marco tão importante, deu as bases que conduziram à evolução da organização interna da Banda, e de outros parâmetros relativos à sua orientação e finalidade, nomeadamente a necessidade deste documento para contactos com organismos oficiais (Lopes, 2010, p.67).


O sr. Roberto Nunes de Azevedo na elaboração dos Estatutos da “Banda dos Bombeiros Voluntários de Arrifana”, e na sua superior aprovação contou com a «valiosa e esclarecida colaboração de uma plêiade de arrifanenses, num sinal gratificante de profundo respeito e admiração pelo trabalho produzido e de grande confiança no futuro da Coletividade, que tanto tem contribuído para a divulgação do bom nome de Arrifana» (Lopes, 2010, p.57).


Contaremos mais histórias no futuro acerca da Banda, fiquem atentos.

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Contactos: 

     Banda: 967 239 230
       (Chamada para rede móvel nacional). 

     Escola de Música: 918 172 797
 
      (Chamada para rede móvel nacional). 

E-mail: bmarrifana@gmail.com

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